A Justiça determinou o arquivamento do inquérito policial contra a advogada Sandy Araújo, investigada por supostos crimes de desacato, ameaça, desobediência e resistência, durante uma ocorrência policial registrada no dia 4 de maio de 2025, na Via Expressa Anníbal Barcellos, no bairro Pantanal, na zona norte de Macapá, ação que terminou com sete pessoas mortas.

Na ocasião, a advogada chegou a ser presa de forma considerada indevida, algemada e levada para a delegacia. A apuração, porém, avançou e terminou sem elementos suficientes para sustentar a acusação contra ela.
Depois de analisar os fatos, a Polícia Civil concluiu que não havia indícios mínimos de autoria nem de materialidade de qualquer crime praticado pela advogada. Com isso, pediu o arquivamento do inquérito. O Ministério Público do Amapá concordou com a avaliação da autoridade policial e também se manifestou pelo encerramento do caso.

O pedido foi então levado ao Judiciário e acatado pelo juízo da 1ª Vara das Garantias de Macapá, que determinou o arquivamento do procedimento. Na prática, a decisão encerra a investigação sem acusação formal contra Sandy Araújo.
O desfecho fecha um episódio que ganhou repercussão desde o dia da ocorrência e que agora termina com o reconhecimento oficial de que não havia base probatória para seguir com a apuração criminal contra a advogada.
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